Solo Zen, o programa para executivos fractional, consultores e independentes combinarem com o cliente como decisões, limites e responsabilidades vão funcionar no trabalho.
Quando as regras de decisão não estão claras, a ambiguidade chega a quem está de fora, justamente quem tem menos autoridade para absorvê-la.
Entreguei mais do que foi contratado, e ninguém fala em renegociar.
Três diretores pedem coisas diferentes, e todos esperam ser atendidos.
A aprovação não chegou. Segui para não atrasar e depois fui cobrado.
Respondo por um resultado que depende de decisões que não são minhas.
Aquela decisão encerrada voltou à mesa semanas depois.
Parecia um pedido pequeno. Consumiu horas que não estavam previstas.
Quantas horas do seu último mês foram para isso?
Reconhecer uma situação de decisão, entender o que está em jogo e saber qual é o seu papel nela. Sem transformar o trabalho em processo corporativo.
Você decide
dentro do combinado
Você recomenda
e o cliente decide
Volta para o cliente
com o impacto explícito
Criar as regras é metade do trabalho. A outra metade é apresentá-las ao cliente como proteção do resultado que ele contratou.
em vez de
“Preciso me proteger de vocês.”
a conversa passa a ser
“Precisamos reduzir um risco ao trabalho que estamos fazendo juntos.”
3 encontros quinzenais, ao vivo e online. Entre eles, você aplica no cliente real e traz para o grupo o que aconteceu.
encontro 1
Você relê situações reais do seu cliente e sai com uma para tratar de forma diferente.
encontro 2
Preço, escopo, capacidade, entrada e saída de clientes: referências antes que a urgência decida.
encontro 3
Você consolida o acordo e ensaia a apresentação diante de um executivo resistente.
Uma referência curta para o cliente: quem decide o quê, como mudanças são tratadas e o que acontece quando uma resposta não chega. Não é contrato nem matriz extensa.
Preço, escopo, capacidade, entrada e saída de clientes. Para que a pressão do momento não decida por você.
O que perguntar e combinar antes do próximo cliente, para não descobrir tudo de novo depois que os problemas começam.
Em muitos casos, três linhas bastam para recuperar o que foi decidido, por quê, e quando faz sentido discutir de novo.
Decidimos
lançar em março, sem o módulo de relatórios.
Porque
o módulo depende de uma definição do jurídico que ainda não chegou.
Revisitamos se
a definição chegar até 15 de fevereiro.
Não. Também não é curso de produtividade nem de gestão de projetos. O foco é como as decisões do seu trabalho são reconhecidas, tomadas, comunicadas e revistas.
Não. Pagamento, rescisão, propriedade intelectual e demais cláusulas ficam com profissional habilitado. O Solo Zen trata do que o contrato não cobre: as decisões do dia a dia.
Não. Você trabalha com situações reais de um cliente atual, sem identificar a empresa. O que é compartilhado no grupo é anonimizado e fica entre os participantes.
Faz parte do programa. Você aprende a mostrar o custo de uma decisão pendente e a recomendar sem assumir uma escolha que é do cliente.
Opcional. Depois do terceiro encontro, você pode contratar uma sessão de 45 minutos para ensaiar a conversa com o seu cliente.
Para quem é
Executivos fractional, consultores independentes, advisors e especialistas B2B que atendem clientes com autonomia.
Quem conduz
Renato Sapienza: mais de 25 anos em tecnologia, 16 deles como CTO.
3 encontros quinzenais, ao vivo e online. A lista de espera da primeira edição abre em breve.